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II- Homeopatia e patologias graves
Outro grande preconceito diz que devemos usar a Homeopatia em afecções benignas, onde não existe risco de vida, deixando a alopatia agir em patologias graves. Essa é mais uma avaliação sem sentido já que a rapidez da resposta do organismo frente ao medicamento homeopático em casos de patologias agudas pode retirar o animal do perigo eminente em curto espaço de tempo.
Assim, é preciso salientar o conceito de curável na homeopatia. Para o Homeopata não existe patologia incurável, o que pode existir é o indivíduo incurável, ou seja, aquele que com sua energia vital esgotada não responde à medicação.
Na homeopatia veterinária, não existem doenças incuráveis: nos casos de cinomose com comprometimento nervoso (afecção considerada incurável e indicada a eutanásia), por exemplo, freqüentemente os animais respondem em poucos dias ao tratamento a esse processo agudo e não apresentam seqüelas após estarem completamente restabelecidos.

III- Lucratividade na produção
Como a medicação homeopática é exclusividade energética, já que não há matéria no medicamento, não existe o risco de animais medicados transmitirem para o leite, o ovo, a carne ou o mel os remédios ingeridos, ao contrário da alopatia e seus antibióticos, antiinflamatórios e agrotóxicos.
Viabilizando o uso destes produtos para consumo, o produtor continua a auferir lucros e garantir alimentos saudáveis para o consumidor. Isso sem contar que os animais estão livres de sofrerem intoxicações medicamentosas (iatrogenia).

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